A lenda & a produtora
Sobre a Tupã Trance
Quem somos
A produtora Tupã Trance
Não tinha produtora, nem estrutura, nem plano. Só um monte de amigos da Zona Leste e da Zona Oeste de São Paulo que resolveram fazer um churrasco com som no quintal. Chamaram de Churras Trance. Era só isso: carne, gente e eletrônica.
A coisa cresceu rápido. Virou festa de verdade e precisou de nome. Surgiu Tupã, o deus do trovão. Depois vieram Jaci, a lua, Guaraci, o sol, e Ordem dos Povos. Cada edição trouxe um pedaço da mitologia indígena brasileira.
Não foi por estética. Foi porque essas histórias falam de algo que a gente também acredita: viver em respeito com a natureza, pegando só o que precisa e devolvendo o que dá.
Agora, em 2026, chegamos no Anhangá, o guardião das matas. O evento cresceu, a estrutura mudou, tem muito mais gente. Mas o que não mudou foi o espírito: ainda é feito por amigos pra amigos. O quintal ficou maior, mas a família continua a mesma.
Nossos valores
O que guia cada edição
Respeito à natureza
A gente entra na mata e deixa ela do mesmo jeito, ou até melhor. Recolhemos todo o lixo e não deixamos nenhum rastro pra trás.
Comunidade
É aquilo de acolher o outro, dançar junto e dividir o que tem. Aqui ninguém fica isolado, e é difícil alguém dançar sozinho por muito tempo.
Curadoria musical
O line-up passeia por Full On, Goa, Progressive e Forest, misturando nomes já conhecidos com talentos novos. Tudo pensado pra acompanhar o dia: da tarde quente até o amanhecer.